Jul 8, 2009
May 11, 2009
May 8, 2009
LUSA
Porto, 07 Mai (Lusa) - O programador das Quintas de Leitura, João Gesta, prometeu hoje um "shot performático" para a próxima sessão desta iniciativa, que é dupla e se realiza nos próximos dias 14 e 15, na Sala-Estúdio do Teatro Campo Alegre.
João Gesta qualificou esta dupla sessão como "um shot performático, em duas partes, englobando convidados de várias áreas de expressão: poetas, diseurs, músicos, fotógrafa, bailarina e mesmo um geógrafo".
"É uma caldeirada explosiva, de contornos imprevisíveis, frisou.
O programador promete "100 minutos de espectáculo intenso, frenético, desconcertante e muito variado".
"Trabalharemos sem rede, à mercê dos impulsos dos nossos convidados. Experimentaremos o conceito de 'recital portátil', ou seja, uma sessão com menos requisitos técnicos e de fácil montagem, capaz de se 'instalar' eficazmente em qualquer outro palco do país, 24 horas após a sua apresentação no TCA", acrescentou.
Neste espectáculo João Gesta conta com a fotógrafa PAT, artista destacada para introduzir "pequenas revoluções" no decorrer do espectáculo.
As performances anunciadas incluem o geógrafo Álvaro Domingues que apresentará, "com ciência e humor", a conferência-esquisita "A Rua da Estrada", que dá nome à sessão.
Estará também presente a cantora galega Lucía Aldao, (um regresso às "Quintas") para apresentar "Macedonia pequena", um concerto com temas de Janis Joplin, Melanie Safka, Lou Reed, Mazzy Star e Los Piratas.
O programa prevê a estreia nas "Quintas" do músico Samuel Úria (da editora Flor Caveira), que "tocará temas de sua autoria, dos Beatles e, talvez, a 9ª Sinfonia de Paco Bandeira", numa apresentação descrita como a verdadeira "Nova vaga de velhas vogas".
O colectivo "O Copo", constituído pelos poetas Nuno Moura e Paulo Condessa, apresentam "Os Garfunkels", descrito como "pura performance poética, supra-pseudo-musical", que promete "espasmos musicais capazes de honrar a nação".
"Finalmente, da Roménia chega-nos a bailarina Cindy, para dar mais sensualidade e magia ao acto", salienta João Gesta.
PF.
Lusa/Fim
João Gesta qualificou esta dupla sessão como "um shot performático, em duas partes, englobando convidados de várias áreas de expressão: poetas, diseurs, músicos, fotógrafa, bailarina e mesmo um geógrafo".
"É uma caldeirada explosiva, de contornos imprevisíveis, frisou.
O programador promete "100 minutos de espectáculo intenso, frenético, desconcertante e muito variado".
"Trabalharemos sem rede, à mercê dos impulsos dos nossos convidados. Experimentaremos o conceito de 'recital portátil', ou seja, uma sessão com menos requisitos técnicos e de fácil montagem, capaz de se 'instalar' eficazmente em qualquer outro palco do país, 24 horas após a sua apresentação no TCA", acrescentou.
Neste espectáculo João Gesta conta com a fotógrafa PAT, artista destacada para introduzir "pequenas revoluções" no decorrer do espectáculo.
As performances anunciadas incluem o geógrafo Álvaro Domingues que apresentará, "com ciência e humor", a conferência-esquisita "A Rua da Estrada", que dá nome à sessão.
Estará também presente a cantora galega Lucía Aldao, (um regresso às "Quintas") para apresentar "Macedonia pequena", um concerto com temas de Janis Joplin, Melanie Safka, Lou Reed, Mazzy Star e Los Piratas.
O programa prevê a estreia nas "Quintas" do músico Samuel Úria (da editora Flor Caveira), que "tocará temas de sua autoria, dos Beatles e, talvez, a 9ª Sinfonia de Paco Bandeira", numa apresentação descrita como a verdadeira "Nova vaga de velhas vogas".
O colectivo "O Copo", constituído pelos poetas Nuno Moura e Paulo Condessa, apresentam "Os Garfunkels", descrito como "pura performance poética, supra-pseudo-musical", que promete "espasmos musicais capazes de honrar a nação".
"Finalmente, da Roménia chega-nos a bailarina Cindy, para dar mais sensualidade e magia ao acto", salienta João Gesta.
PF.
Lusa/Fim
LUSA - Portugal News Agency
Apr 17, 2009
Apr 13, 2009
Apr 8, 2009
No Dia Mundial da Poesia
"ACEITAM-SE REVOLUÇÕES POR ENCOMENDA" – Pat
Para assinalar o Dia Mundial da Poesia (21 de Março) o Colectivo Silêncio da Gaveta realizou um acto poético sobre a forma de instalação: colocou poemas nas árvores do jardim da Avenida Júlio Graça em Vila do Conde. Para que as árvores traduzissem em seiva e fruto as palavras dos poetas. Esta (acima) foi a minha participação.
Para assinalar o Dia Mundial da Poesia (21 de Março) o Colectivo Silêncio da Gaveta realizou um acto poético sobre a forma de instalação: colocou poemas nas árvores do jardim da Avenida Júlio Graça em Vila do Conde. Para que as árvores traduzissem em seiva e fruto as palavras dos poetas. Esta (acima) foi a minha participação.
Apr 3, 2009
Mar 16, 2009
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Feb 19, 2009
Feb 18, 2009
Feb 17, 2009
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Feb 3, 2009
Feb 2, 2009
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Jan 22, 2009
Jan 21, 2009
Jan 19, 2009
Jan 13, 2009
Dec 31, 2008
Dec 24, 2008
Dec 17, 2008
33 poems of 33 portuguese poets and 33 portraits of these 33 poets . from Pat
design: susana fernando
coming out tomorrow
Teatro do Campo Alegre
Porto
Portugal
Dec 16, 2008
Dec 10, 2008
Nov 27, 2008


A CARBONÁRIA
Uma récita-atentado de
Ana Deus, António Preto e João Sousa Cardoso
Casa Conveniente - Cais do Sodré
4, 5 e 6 de Dezembro - 22h
Bilhete: 10€ / 7,5€
Reservas: 96 351 1971 e 91 770 5762
www.casaconveniente.pt
SINOPSE
A Carbonária é um trabalho concebido e interpretado por Ana Deus, António Preto e João Sousa Cardoso, motivado pelo episódio histórico do assassinato do Rei em Portugal e do papel activo das organizações de inspiração republicana, entre as quais a Carbonária Portuguesa, no acontecimento.
Esta “récita-atentado” é uma proposta performativa que cruza a evocação da instauração da República no nosso país com uma reflexão sobre o Portugal contemporâneo. Os três autores (e performers) escolheram trabalhar a obra “Porque Morreu Eanes” do escritor Álvaro Lapa (1978), um texto construído a partir da técnica do “cut up”, popularizada por Brion Gysin e William S. Burroughs.
O espectáculo, produzido em dois períodos de residência artística (nos Laboratoires d’Aubervilliers, em Paris, e no Estúdio Zero, no Porto), investiga a exploração das formas visíveis na obscuridade (necessária à conspiração política) e a experimentação sonora da palavra, através da voz e do recurso a meios rudimentares operados em cena.
A Carbonária propõe, no cruzamento de diversas formas disciplinares (teatro, canto, artes visuais e literatura), a revisitação do texto de Álvaro Lapa, numa adaptação assumidamente livre. E com isso, pensar o país. Hoje.
FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA
Título: A Carbonária – Uma récita-atentado
A partir de: “Porque Morreu Eanes” de Álvaro Lapa
Concepção, encenação e interpretação: Ana Deus, António Preto, João Sousa Cardoso
Datas e horário: 4, 5 e 6 Dezembro, às 22h
Local: Casa Conveniente - Rua Nova do Carvalho, 11 (em frente ao bar Jamaica) - Cais do Sodré, Lisboa
Fotografia: PAT
Co-produção: Três Quatro Lente / As Boas Raparigas... (2008)
Uma récita-atentado de
Ana Deus, António Preto e João Sousa Cardoso
Casa Conveniente - Cais do Sodré
4, 5 e 6 de Dezembro - 22h
Bilhete: 10€ / 7,5€
Reservas: 96 351 1971 e 91 770 5762
www.casaconveniente.pt
SINOPSE
A Carbonária é um trabalho concebido e interpretado por Ana Deus, António Preto e João Sousa Cardoso, motivado pelo episódio histórico do assassinato do Rei em Portugal e do papel activo das organizações de inspiração republicana, entre as quais a Carbonária Portuguesa, no acontecimento.
Esta “récita-atentado” é uma proposta performativa que cruza a evocação da instauração da República no nosso país com uma reflexão sobre o Portugal contemporâneo. Os três autores (e performers) escolheram trabalhar a obra “Porque Morreu Eanes” do escritor Álvaro Lapa (1978), um texto construído a partir da técnica do “cut up”, popularizada por Brion Gysin e William S. Burroughs.
O espectáculo, produzido em dois períodos de residência artística (nos Laboratoires d’Aubervilliers, em Paris, e no Estúdio Zero, no Porto), investiga a exploração das formas visíveis na obscuridade (necessária à conspiração política) e a experimentação sonora da palavra, através da voz e do recurso a meios rudimentares operados em cena.
A Carbonária propõe, no cruzamento de diversas formas disciplinares (teatro, canto, artes visuais e literatura), a revisitação do texto de Álvaro Lapa, numa adaptação assumidamente livre. E com isso, pensar o país. Hoje.
FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA
Título: A Carbonária – Uma récita-atentado
A partir de: “Porque Morreu Eanes” de Álvaro Lapa
Concepção, encenação e interpretação: Ana Deus, António Preto, João Sousa Cardoso
Datas e horário: 4, 5 e 6 Dezembro, às 22h
Local: Casa Conveniente - Rua Nova do Carvalho, 11 (em frente ao bar Jamaica) - Cais do Sodré, Lisboa
Fotografia: PAT
Co-produção: Três Quatro Lente / As Boas Raparigas... (2008)
Oct 30, 2008
Oct 10, 2008
Oct 9, 2008
Oct 1, 2008
Sep 16, 2008
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