May 26, 2011
Exposição da Pat em CERVEIRA até 28 de Junho
May 16, 2011
Agência Lusa - HOJE
LUSA 5 - 5/16/2011 10:25:00 AM - Artes, Cultura e Entretenimento
Fotografia: Retratos dos poetas das "Quintas de Leitura", por Pat, em exposição até 28 de junho em Cerveira
Porto, 16 mai (Lusa) -- O escritor Manuel António Pina, vencedor do Prémio Camões 2011, é um dos 33 poetas retratados por Pat, numa exposição que será inaugurada no sábado, em Vila Nova de Cerveira.
Denominada "Diga 33", esta mostra está patente nas instalações da Porta Treze - Associação Poética de Todas as Artes, reunindo os "retratos captados, em 2008, para a antologia do ciclo 'Quintas de Leitura' do Teatro Campo Alegre, organizado pela Câmara do Porto, através da Fundação Ciência e Desenvolvimento".
Além de Manuel António Pina, nesta mostra estão também retratados Adília Lopes, Daniel Jonas, Regina Guimarães, Ana Deus, Yolanda Castaño, Aldina Duarte, Paulo Condessa, Nuno Moura, João Rios, Pedro Mexia, Nuno Júdice e, entre outros, José Tolentino Mendonça.
A exposição já esteve patente no Teatro do Campo Alegre, no Porto, na galeria Arte da Terra, em Paradela do Rio, Montalegre, e na galeria Bic'Arte, em Lisboa.
Sobre Pat, João Gesta, programador do ciclo poético "Quintas de Leituras", descreve: "Passeia-se pelos telhados das cidades com a curiosidade dos gatos e a subtileza dos tigres. Em vez de garras tem a máquina fotográfica afiada. Ninguém escapa ao seu instinto animal e à sua voracidade. Cada passo em falso do nosso espírito encontrará a Pat pela frente. Ou pelas costas. Em Paradela do Rio ou em Nova Iorque a música será sempre a mesma: - uma fotografia ou a vida".
JAP.
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LUSA
João Gesta qualificou esta dupla sessão como "um shot performático, em duas partes, englobando convidados de várias áreas de expressão: poetas, diseurs, músicos, fotógrafa, bailarina e mesmo um geógrafo".
"É uma caldeirada explosiva, de contornos imprevisíveis, frisou.
O programador promete "100 minutos de espectáculo intenso, frenético, desconcertante e muito variado".
"Trabalharemos sem rede, à mercê dos impulsos dos nossos convidados. Experimentaremos o conceito de 'recital portátil', ou seja, uma sessão com menos requisitos técnicos e de fácil montagem, capaz de se 'instalar' eficazmente em qualquer outro palco do país, 24 horas após a sua apresentação no TCA", acrescentou.
Neste espectáculo João Gesta conta com a fotógrafa PAT, artista destacada para introduzir "pequenas revoluções" no decorrer do espectáculo.
As performances anunciadas incluem o geógrafo Álvaro Domingues que apresentará, "com ciência e humor", a conferência-esquisita "A Rua da Estrada", que dá nome à sessão.
Estará também presente a cantora galega Lucía Aldao, (um regresso às "Quintas") para apresentar "Macedonia pequena", um concerto com temas de Janis Joplin, Melanie Safka, Lou Reed, Mazzy Star e Los Piratas.
O programa prevê a estreia nas "Quintas" do músico Samuel Úria (da editora Flor Caveira), que "tocará temas de sua autoria, dos Beatles e, talvez, a 9ª Sinfonia de Paco Bandeira", numa apresentação descrita como a verdadeira "Nova vaga de velhas vogas".
O colectivo "O Copo", constituído pelos poetas Nuno Moura e Paulo Condessa, apresentam "Os Garfunkels", descrito como "pura performance poética, supra-pseudo-musical", que promete "espasmos musicais capazes de honrar a nação".
"Finalmente, da Roménia chega-nos a bailarina Cindy, para dar mais sensualidade e magia ao acto", salienta João Gesta.
PF.
Lusa/Fim
LUSA - Portugal News Agency
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Uma récita-atentado de
Ana Deus, António Preto e João Sousa Cardoso
Casa Conveniente - Cais do Sodré
4, 5 e 6 de Dezembro - 22h
Bilhete: 10€ / 7,5€
Reservas: 96 351 1971 e 91 770 5762
www.casaconveniente.pt
SINOPSE
A Carbonária é um trabalho concebido e interpretado por Ana Deus, António Preto e João Sousa Cardoso, motivado pelo episódio histórico do assassinato do Rei em Portugal e do papel activo das organizações de inspiração republicana, entre as quais a Carbonária Portuguesa, no acontecimento.
Esta “récita-atentado” é uma proposta performativa que cruza a evocação da instauração da República no nosso país com uma reflexão sobre o Portugal contemporâneo. Os três autores (e performers) escolheram trabalhar a obra “Porque Morreu Eanes” do escritor Álvaro Lapa (1978), um texto construído a partir da técnica do “cut up”, popularizada por Brion Gysin e William S. Burroughs.
O espectáculo, produzido em dois períodos de residência artística (nos Laboratoires d’Aubervilliers, em Paris, e no Estúdio Zero, no Porto), investiga a exploração das formas visíveis na obscuridade (necessária à conspiração política) e a experimentação sonora da palavra, através da voz e do recurso a meios rudimentares operados em cena.
A Carbonária propõe, no cruzamento de diversas formas disciplinares (teatro, canto, artes visuais e literatura), a revisitação do texto de Álvaro Lapa, numa adaptação assumidamente livre. E com isso, pensar o país. Hoje.
FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA
Título: A Carbonária – Uma récita-atentado
A partir de: “Porque Morreu Eanes” de Álvaro Lapa
Concepção, encenação e interpretação: Ana Deus, António Preto, João Sousa Cardoso
Datas e horário: 4, 5 e 6 Dezembro, às 22h
Local: Casa Conveniente - Rua Nova do Carvalho, 11 (em frente ao bar Jamaica) - Cais do Sodré, Lisboa
Fotografia: PAT
Co-produção: Três Quatro Lente / As Boas Raparigas... (2008)







































